sábado, 12 de fevereiro de 2022

A Educação depois da Pandemia


 

                                       A EDUCAÇÃO DEPOIS DA PANDEMIA

     

 

Os professores não estavam preparados, não tiveram uma formação voltada para o uso da tecnologia, este foi o primeiro desafio. Tiveram que reinventar para prender a atenção dos alunos à distância que mesmo os mais antenados com a tecnologia não sentiam à vontade frente às câmaras, e o professor mais ainda, na tentativa de fazer os alunos participantes das aulas online. Adaptação ao novo modelo de ensino.

A tecnologia é importante, mas não é substituível das aulas presenciais, isso ficou muito claro. O modelo hibrido é uma mudança que acontece na educação, e será incorporada ao ensino, mas a tecnologia mesmo sendo importante não é completa e nem a forma ideal de levar o aluno ao conhecimento. As aulas online fizeram o professor ter mais intimidade com a tecnologia e se adaptar, contudo o maior desafio é fazer os alunos se engajarem, ser participantes na aprendizagem nesta época de pandemia.

A família entendeu a importância do professor percebendo que ele é o orientador em relação às profissões. A aproximação dos pais em casa fez com que sentissem na pele as dificuldades dos professores em suas salas de aulas. Através da dor com a pandemia, o ensino teve que experimentar e se adaptar.  É bom que a família tenha entendido que deve ser aliada do professor, reconhecendo que é através da educação que a sociedade se transforma para melhor, e o professor não é herói nem vítima, mas na migração da aula remota para a presencial eles devem continuar acompanhando o ensino e não mais ausentes.

Se aconteceu uma mudança de mentalidade dos pais que acompanharam o ensino à distância outras mudanças se fazem necessárias:

-  A formação inicial e continuada do professor para capacitá-los.

- A melhoria da remuneração com o piso salarial digno valorizando o docente, e fazer com que tenha uma evolução em sua carreira.

-  É muito importante também que os professores participem das políticas públicas que vêm da Secretaria da Educação já prontas.

O Professor sempre lidou com gente e gosta, mas o isolamento, as dificuldades nas elaborações de aulas remotas que reconhecidamente são mais difíceis que as presenciais, levou o profissional da educação a serem muitas vezes afetados em sua saúde mental, inicialmente pela própria pandemia e depois por se sentirem sobrecarregados e isolados. Faz-se necessário políticas públicas que tenham essa sensibilidade, recuperando-os de suas emoções abaladas.

É essencial também criar incentivos para a volta dos estudantes, atraindo-os à Escola e não ao mercado de trabalho. Estudantes que regrediram no ensino, principalmente as do período de alfabetização, precisam de atenção especial.  Agora percebendo a família como parceira no processo educacional será bom fazer com que ocorra uma recuperação e acompanhamento constante dos filhos/alunos.  É necessário ter políticas públicas envolvendo professores e pais, unido forças e criatividade, para atrair novamente os estudantes à Escola e com produtividade.  Usar outros espaços da Escola fora de sala de aula é adaptar aos novos momentos no processo de ensino pós-pandemia, e mesmo que seja conviver com o vírus, sem ter tanto prejuízo para a Educação.

         HÁ NECESSIDADE DE REINVENTAR PARA A NOVA REALIDADE.

 


 

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