Desejo é viver um mundo sem crueldade
Quem é bom com os animais, tem uma vida mais feliz.
Sempre ouvimos e assistimos à crueldade entre
os humanos, mas é bom lembrar também da crueldade para com os animais. Felizmente, existem os que defendem a causa
animal. Como disse Mahatma Gandhi: “conhece-se o nível de um povo a partir do
modo como são tratados os animais”. Parece que temos ainda muito a evoluir.
O que tem acontecido em quase todas as cidades
é o deslocar dos gatos e cachorros em especial, para outras regiões. A migração
é condenável e tem sido uma prática como solução. Eles não têm a nossa
inteligência, mas sentem como nós.
A atitude de migrá-los, afastando-os de sua
origem, sem nenhum critério de adoção é muito cruel. Melhor é não ficarmos
insensíveis, mesmo que não entendamos os mistérios da vida, mas com certeza
toda vida tem sua importância. Eles têm vida curta, mas com total dependência
de nós humanos.
Se a superpopulação animal é um problema, que
encontremos a solução, e a indicada são os centros de esterilização
(castrações) de cães e gatos em cada cidade, não a tristeza da migração.
Deve-se fazer parte das políticas públicas a existência dos centros em cada
cidade, pois a castração é a solução.
Revolve-se o que se diz problema com a sensatez do tripé: Educação, Castração e Adoção.
Podemos citar vários exemplos de falta de
compaixão com os animais quando são usados para diversão de nós humanos. Por
exemplo, os adestramentos para que aconteçam os espetáculos quando as luzes se
apagam nos circos. Antes, são os castigos para agirem de forma nada própria da
natureza dos animais. Outros exemplos de
covardias são os rodeios, touradas, nas capturas dos contrabandistas que os
colocam em verdadeiras senzalas, e oferecem destinos tão diferentes dos que
merecem. Além do comércio de animais das mais variadas espécies, tirando-os de
seu habitat natural. Tudo para o prazer humano.
Comercializar animais não deveria ser correto,
com raras exceções sabemos que se faz necessário. No entanto, sabemos da
existência das fábricas de filhotes de cães principalmente. Não sei quem faz
pior, quem faz da barriga do animal emprego ou quem compra. Amigo não se
compra, amigo se conquista.
A nossa cultura é de alimentar-se de animais.
Quanto ao sacrifício desses animais para servir de alimento, que sua morte não
seja com o pavor, com crueldade e dor. Ou seja, que aconteça de maneira rápida
e menos dolorida possível. Existe ainda a eliminação de insetos daninhos
(moscas, mosquitos, baratas, escorpiões, etc.), esses devem ser eliminados, porém,
que seja sem a característica da crueldade.
Outra forma de crueldade, são os
aprisionamentos de pássaros. Grande covardia são as gaiolas, deixando-os sem
voos. Eles nasceram para serem livres. Que os apreciemos voando e cantando no
alto das árvores. Afinal, as árvores são suas moradias.
Se os
animais pudessem falar diriam:
“Quero ser seu amigo não me trate como
inimigo, não roube a minha liberdade, não quero ficar preso para lhe dar prazer
ou ser sua segurança. Trate-me com afeto”.
“Solte-me, se Deus me deu asas para voar,
patas para andar... a gaiola, o cativeiro, não é o meu lugar, quero a
imensidão”.
“Você não é meu dono, mas meu demônio, que faz
da minha curta existência um inferno”.
“Deus amou os pássaros e criou árvores. Os
homens dizem amar os pássaros e criaram gaiolas.
É muito bom ver o voo dos pássaros e muito
triste ver pássaros sem voo.
Nossa
Responsabilidade:
“Olhe para os animais abandonados nos abrigos,
nas zoonoses, ruas, estradas, mercados, universidades e laboratórios, sofrendo
como renegados da sociedade.
Vi em seus olhos amor e esperança, medo e
horror, tristeza e certeza de terem sido traídos.
Eu me revoltei e rezei:
Deus isso é horrível!
Por que o Senhor não faz nada a respeito? E
Deus respondeu:
- Eu fiz. Eu criei VOCÊ!”
(Jim Willis)
A Escolha é nossa: ter a nobreza de boas
atitudes ou ficarmos ilhados em nossos desejos sem sentir piedade pelos nossos
irmãos “inferiores”. Se Deus é pai de
todos, então somos todos irmanados.
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